quinta-feira, 26 de maio de 2016

Glaucoma

O glaucoma é uma das principais causas de cegueira, sobretudo entre as pessoas mais idosas. A perda de visão causada pelo glaucoma pode ser evitada se a doença for diagnosticada precocemente.
O glaucoma é uma doença do nervo óptico.  É através do nervo óptico que as imagens que chegam à retina são levadas até o cérebro. O glaucoma pode danificar as fibras do nervo óptico, fazendo assim com que se desenvolvam pontos cegos no campo visual.
Na forma mais frequente de glaucoma, a ausência de sintomas é comum. Muitas vezes as áreas cegas só são percebidas depois de o nervo óptico ter sofrido danos. A destruição total do nervo óptico leva à cegueira. A pronta detecção e tratamento são as chaves da prevenção de lesões ao nervo óptico. Nas duas imagens a seguir, exemplo de dano causado pelo glaucoma: aumento da escavação do disco óptico e perda de campo visual.

O que provoca o Glaucoma?

O glaucoma é considerado hoje como uma doença do nervo óptico, uma neuropatia, sem que, entretanto se conheça a causa específica da doença. Desde sua descoberta o glaucoma tem sido associado ao achado mais frequente da doença que é o aumento da pressão intra-ocular.  O olho produz continuamente um líquido transparente chamado humor aquoso. O humor aquoso é importante na nutrição e manutenção dos tecidos oculares. Uma vez formado, este líquido circula pelos tecidos intra-oculares e sai do olho através de canais de drenagem. Se a área de drenagem for obstruída, a pressão do fluido dentro do olho aumenta.

Quais são os diferentes tipos de Glaucoma?

1. Glaucoma crônico de ângulo aberto
Trata-se da forma mais comum de glaucoma. O ângulo de drenagem do olho torna-se menos eficiente com o passar do tempo, e a pressão dentro do olho aumenta de maneira gradual.
O glaucoma crônico de ângulo aberto se estabelece se o aumento de pressão resultar em lesão do nervo óptico. Mais de 90% dos pacientes adultos portadores de glaucoma sofrem deste tipo de glaucoma. O glaucoma crônico de ângulo aberto pode afetar a visão de forma tão gradual e indolor que só poderá ser notado pelo paciente quando o nervo óptico já estiver bastante lesado.

2. Glaucoma de ângulo fechado:
Em algumas situações, o ângulo de drenagem pode ficar completamente obstruído, bloqueando a saída do humor aquoso para fora do olho.

3. Glaucoma agudo de ângulo fechado:
Ocorre quando a pressão do olho aumenta rapidamente sendo mais frequente em pessoas de pele negra e nos asiáticos. Os sintomas do glaucoma agudo incluem visão embaçada, dor ocular severa, dor de cabeça, percepção de halos ao redor de luzes, náuseas e vômitos.

Se não for rapidamente tratado, o glaucoma agudo de ângulo fechado pode resultar em cegueira. Um fechamento mais gradual e indolor do ângulo é chamado de glaucoma crônico de ângulo fechado.

Como se detecta o Glaucoma

Exames de vista freqüentes, realizados pelo oftalmologista, constituem a melhor maneira de se detectar o glaucoma. Além da medida da pressão intra-ocular (tonometria) e avaliação do nervo óptico (fundo de olho), realizados durante a consulta oftalmológica,  os exames abaixo podem ser necessários na investigacção do glaucoma. Para determinar se a lesão causada pelo glaucoma está aumentando, pode ser necessário repetir estes testes regularmente.
Gonioscopia: exame do ângulo de drenagem do olho
Campimetria: avaliação do campo visual de cada olho
Análise das fibras nervosas: medida da espessura das fibras do nervo óptico através do Tomografia de Coerência Óptica (OCT).
Paquimetria: medida da espessura da córnea

Quais são os grupos de risco de desenvolvimento do Glaucoma?

A pressão intra-ocular elevada, por si só, não significa que a pessoa seja portadora de glaucoma. Para avaliar o risco de desenvolvimento de glaucoma o oftalmologista necessita reunir muitas informações, incluindo fatores de risco como história familiar de glaucoma, antes de decidir por um acompanhamento devido a suspeita de glaucoma, ou pela necessidade de tratamento imediato.  A suspeita de glaucoma significa que o risco de desenvolver a doença é maior que o normal, havendo necessidade de realizar exames com freqüência. Se os primeiros sinais da doença forem detectados, o tratamento deverá ser iniciado.

Como é o tratamento do Glaucoma?

As lesões do nervo óptico provocadas pelo glaucoma e a perda visual decorrente destas lesões são em geral irreversíveis. Uma vez diagnosticado o glaucoma, o tratamento tem por objetivo impedir a progressão destas lesões. Qualquer que seja o tipo de glaucoma, a realização de exames periódicos é imprescindível para prevenir a perda de visão, pois uma piora da doença pode ocorrer sem que o paciente perceba. Mudanças no tratamento muitas vezes são necessárias.

A- Medicamentos

O glaucoma costuma ser controlado através do uso tópico de medicação na forma de colírio; em alguns casos a utilização de mais de um colírio ou a associação com medicamento por via oral pode ser necessária. Estes medicamentos diminuem a pressão ocular, seja retardando a produção de fluido aquoso dentro do olho, seja melhorando o fluxo de saída através do ângulo de drenagem.

Para que estes medicamentos atuem adequadamente, é necessário o uso regular e contínuo. Os medicamentos utilizados para tratamento do glaucoma podem ter efeitos colaterais locais como olho vermelho a sintomas sistemicos como alteração do batimento cardíaco. Dependendo da severidade,  o oftalmologista avaliará a troca do medicamento por outro que tenha o mesmo efeito sobre o controle da pressão intra-ocular. É importante também que o paciente informe aos médicos que freqüenta, como o cardiologista, por exemplo, quais medicamentos estão usando para tratamento do glaucoma.


B- Laser e Glaucoma

O tratamento com laser pode ser eficaz para diferentes tipos de glaucoma. Costuma-se empregar o laser de duas maneiras:

Trabeculoplastia:
No glaucoma de ângulo aberto, a própria área de drenagem é tratada. O laser aumentaria a drenagem, auxiliando assim no controle da pressão ocular.

Iridotomia:
No glaucoma de ângulo fechado, o laser cria uma abertura na íris, facilitando o fluxo de fluido aquoso para a área de drenagem.

C- Cirurgia

A cirurgia não cura o glaucoma. A cirurgia pode ser necessária quando não se consegue um controle adequado com os medicamentos. Em uma das técnicas cirúrgicas, o oftalmologista utiliza instrumentos miniaturizados para criar um novo canal de drenagem. Em casos mais graves uma válvula poderá ser implantada para facilitar a saída do fluido aquoso, diminuindo a pressão dentro d oolho. Embora as complicações da moderna cirurgia do glaucoma raramente sejam graves, elas podem ocorrer, assim como em qualquer outra cirurgia.

Qual é o papel do paciente no tratamento do Glaucoma?


O tratamento do glaucoma exige que o paciente faça uso correto da medicação receitada.  Não se deve interromper os remédios ou trocar de remédios sem antes consultar o oftalmologista. Exames e testes de visão freqüentes são fundamentais para verificar qualquer alteração que ocorra nos olhos. Exames regulares de vista podem ajudar a prevenir a perda de visão. O oftalmologista definirá a freqüência com que devem ser realizados.

Fonte: Instituto Panamericano da Visão


domingo, 24 de abril de 2016

Cuidados com Idosos

Conforme o avanço da idade, é normal que o corpo humano entre em processo degenerativo. Ou seja, a pele, os músculos, os ossos e as articulações começam a perder a sua estrutura normal. Os músculos atrofiam, os ossos ficam mais fracos e perdem massa (processo conhecido como osteoporose), a pele e articulações perdem líquido e colágeno, enfraquecendo e ficando sem lubrificação. Dessa forma, esses tecidos e estruturas ficam predispostos a causar dores e sofrer lesões.

Com o avanço da idade, há um aumento na frequência de dores nos pés. Acima de 65 anos, 34,2% dos homens e 55,1% das mulheres sentem dores nos pés sempre ou muitas vezes (FONTE: Pesquisa Pés Brasileiros).

PRINCIPAIS LESÕES EM IDOSOS

As principais lesões ou patologias ortopédicas que afetam os idosos, em geral, são bem conhecidas e podem ser controladas e prevenidas com facilidade. Elas são:

Osteoporose;
Artrose;
Artrite;
Dores musculares;
Dor nos pés, tornozelos e joelhos.

OSTEOPOROSE

A osteoporose é muito comum na terceira idade e afeta um número muito maior de mulheres do que homens. O que acontece nessa condição é a rarefação dos ossos: o cálcio dos ossos começa a ser absorvido pelo corpo, fazendo com que eles fiquem mais fracos.
A perda de massa óssea é normal no processo de envelhecimento humano. No entanto, ela pode ser evitada e retardada com algumas medidas:

Ter uma dieta correta de cálcio, controlada por um médico e nutricionista, a fim de dar o suporte adequado dessa substância ao nosso sangue e favorecer a formação óssea.
Fazer controle hormonal, acompanhado por um médico, pois alguns hormônios em excesso ou em falta podem prejudicar o osso e aumentar sua degeneração.
Manter bons níveis de vitamina D, que auxilia na formação óssea.
Praticar exercício físico regularmente, e preferencialmente com cargas compressivas. Esse tipo de exercício (como a caminhada, a corrida e a musculação) estimula a manutenção ou até o aumento da massa óssea.

Um dos maiores problemas da osteoporose é o aumento do risco de fraturas ao qual os idosos ficam sujeitos, devido ao alto índice de quedas e acidentes domésticos, e, por isso, é importante fazer adaptações na casa para que os riscos sejam diminuidos

RISCO DE QUEDAS

Os idosos são mais suscetíveis a quedas e isso é resultado da degeneração muscular, da perda de equilíbrio (devido à diminuição de sensibilidade) e da diminuição da agilidade. As quedas podem causar sérios danos, especialmente quando causam fraturas, que debilitam muito o idoso, aumentando a morbidade e mortalidade deles.

Portanto, é fundamental diminuir ao máximo o risco de quedas para melhorar a expectativa de vida do idoso. Para isso são importantes os cuidados domésticos e a prática de atividade física contínua, que estimule o treino de equilíbrio e que tenham deslocamento, agilidade e força, como vôlei e pilates, por exemplo.

Outra medida igualmente importante é a avaliação da pisada e da caminhada do idoso, para que seja diagnosticado algum eventual problema ou alteração ligada à perda de equilíbrio (que acontece com frequência) e, em seguida, possa ser feita uma palmilha sob medida. A palmilha irá corrigir alguns problemas de equilíbrio, além de eventuais dores que possam dificultar a prática de atividade física.

ARTRITE

A artrite é outra doença muito comum durante a terceira idade. O termo compreende um grupo vasto de patologias que causam a inflamação das articulações e suas causas são multifatoriais, como por exemplo:

Predisposição genética;
Obesidade (por causa da sobrecarga no sistema musculoesquelético);
Traumas repetitivos (causados, em alguns casos, por causa dos desalinhamentos dos joelhos);
Overuse (excesso de exercícios físicos durante a vida);
Distúrbios autoimunes (como a artrite reumatoide);
Excesso de ácido úrico no organismo (como na artrite gotosa).

O tratamento para a artrite varia de acordo com cada caso e deve ser iniciado, se possível, ainda nos primeiros estágios da doença para evitar a formação de deformações

ARTROSE

A artrose também é uma doença muito comum com o avançar da idade e causa a degeneração das articulações. Quanto mais sobrecarregadas, instáveis (fracas) e desalinhadas elas são, maiores são a chance de desenvolvimento da artrose.
Assim como a osteoporose, ela faz parte de um processo normal de degeneração do corpo. Seu tratamento deve ser iniciado o mais breve possível para retardar o avanço da doença, aliviar as dores que ela causa e melhorar a qualidade de vida do paciente.

A artrose pode afetar qualquer articulação do corpo, mas é muito mais comum no joelho, no quadril e na coluna, pois são as regiões que suportam maior parte da carga do corpo durante o dia a dia. É importante ficar atento com essa patologia, pois ela pode evoluir rapidamente e causar fortes dores e morbidade.

Para isso, é fundamental manter o peso sob controle (para não sobrecarregar as articulações) e manter-se ativo, praticando atividade física (que aumenta a quantidade de liquido dentro das articulações e a mantém musculatura saudável e forte, protegendo a articulação). É fundamental, também, corrigir os desalinhamentos das articulações, para que a carga seja distribuída de forma equilibrada.
Para saber se o idoso tem um alinhamento correto das articulações, é necessário realizar uma avaliação específica para diagnosticar e tratar o problema, caso haja algum. Uma das melhores maneiras de corrigir desalinhamentos e prevenir o desenvolvimento da artrose, é o uso de palmilhas personalizadas confeccionadas sob medida. Ela ajuda a reposicionar a estrutura óssea, compensando a fraqueza dos músculos e tendões.

DORES MUSCULARES

A dor muscular é um incômodo genérico que pode aparecer a qualquer momento, principalmente nas pernas, pés e costas. Ela acontece em qualquer faixa etária, no entanto os idosos tendem a ter um enfraquecimento muscular próprio da idade e esses músculos mais fracos são mais suscetíveis à dor.

Novamente, a melhor maneira de evitar e tratar essas dores é pela perda de peso e atividade física contínua. Isso faz com que os músculos fiquem mais ativos e fortes, sendo capazes de sustentar o corpo ao longo do dia.

DOR NOS PÉS, TORNOZELOS E JOELHOS

Apesar dos pés e tornozelos não serem tão acometidos pela artrose, eles também são vítimas do processo degenerativo pelo qual os idosos passam. Na terceira idade, o pé do idoso tende a perder sua estrutura e desabar. Ele passa a não suportar mais o peso e o alinhamento do nosso corpo de forma adequada. Com isso, todas as estruturas acima são acometidas (principalmente o tornozelo e o joelho).

Isso acontece porque os músculos e ligamentos do pé degeneram e não mantêm mais os ossos do pé estruturados como deveriam ser e ele tende a ficar cada vez mais “chato” (plano). E, assim, o pé começa a doer (pois perdeu sua estrutura e não tem mais proteção) e o tornozelo e o joelho também, porque estão desalinhados e recebem maior impacto dentro da articulação.


Nesses casos, a melhor maneira de controlar e resolver o problema é com uso de palmilhas ortopédicas sob medida. As palmilhas oferecem suporte ao pé (que está desestruturado) e assim, de maneira simples e rápida, promovem o alinhamento de todo o corpo, retirando a sobrecarga e a dor das articulações dos pés, tornozelos e joelhos.

Fonte: http://www.pessemdor.com.br/

terça-feira, 19 de abril de 2016

O que é Influenza A/H1N1 (gripe suína)?

É uma doença transmitida por um novo tipo de vírus da mesma família que transmite a gripe. A partir de agora você vai ouvir na televisão, rádio e ler nos jornais o nome Influenza A/H1N1 e não mais gripe suína.

Como é transmitida a Influenza A/H1N1?

É transmitida de pessoa para pessoa especialmente através de tosse ou espirro. Algumas pessoas podem se infectar entrando em contato com objetos contaminados. Não há registro de transmissão do novo subtipo da Influenza A/H1N1 por meio da ingestão de carne de porco ou produtos derivados.

O que é transmissão sustentada?

Significa que o vírus já circula livremente no Brasil, sendo transmitido de pessoa para pessoa, sem que uma delas tenha viajado para países infectados ou tenha convivido com indivíduos contaminados.

Quais são os sintomas da Influenza A/H1N1?

São sintomas semelhantes aos da gripe comum: febre alta e tosse, mas em alguns casos também podem aparecer: dor de cabeça e no corpo, garganta inflamada, falta de ar, cansaço, diarreia e vômitos.

A Influenza A/H1N1 pode apresentar complicações?

Como qualquer gripe pode evoluir para sinusite ou até para um quadro pulmonar.

Fonte: www.vestibulandoweb.com.br


Quais são os sinais de agravamento?

Aparecimento de falta de ar, dores no peito, tontura, confusão mental, fraqueza, desidratação (somente um profissional pode identificar). Crianças pequenas podem ter batimento de asa do nariz (dificuldade respiratória) e se recusar a ingerir líquidos.

Qualquer pessoa pode pegar a Influenza A/H1N1?

O mundo está em alerta porque hoje em dia muitas pessoas viajam para diversos países. Se você chegou de uma viagem internacional e nos últimos 10 dias da sua chegada surgirem sintomas como febre alta (maior do que 38°C), tosse, dor de cabeça, dor no corpo, garganta inflamada, procure um serviço de saúde e informe sobre sua viagem. O médico avaliará se você é um caso suspeito ou apenas um caso em que deve ser acompanhada a evolução dos sintomas.

Qual é o tempo de incubação?

3 a 7 dias é o tempo para aparecerem os sintomas depois da infecção. O contágio de outras pessoas aparece até 7 dias após o início da doença.

Se eu pegar a doença, tem tratamento?

Sim, existe remédio por via oral, indicado pela OMS que combate o vírus da Influenza A/H1N1. Outras medidas como repouso, ingestão de líquidos e boa alimentação podem auxiliar na recuperação da sua saúde. Ainda não temos uma vacina contra a Influenza A/H1N1. Os grandes institutos de pesquisa do mundo já estão trabalhando na produção de uma vacina. Os pesquisadores acreditam que será possível ter uma vacina para a Influenza A/H1N1 ainda em 2009.

Qual o critério para receber o medicamento?

O medicamento somente será dado, sob orientação médica, aos pacientes com agravamento do estado de saúde nas primeiras 48 horas desde o início dos sintomas. Também requerem avaliação do médico para indicação de tratamento o chamado grupo de risco, composto por idosos, menores de 2 anos, gestantes, pacientes imunodeprimidos ou com doenças crônicas.

ATENÇÃO: Quem deve fazer o exame para saber se pegou a gripe?

A confirmação por exame laboratorial será feita somente nos casos graves ou em amostras, no caso de surtos localizados. Não serão mais realizados exames em todas as pessoas com sintomas de gripe.

É preciso usar máscaras?

Não, o uso de máscaras é indicado somente para profissionais de saúde que estejam lidando com a Influenza A e outros tipos de virose.

O que eu devo fazer se tiver dúvida sobre ter contraído a Influenza A/H1N1?

Para proteger as pessoas próximas: Cubra sempre o nariz e a boca quando espirrar ou tossir - Lave as mãos com frequência com água e sabão porque você pode ter tocado uma superfície que contenha saliva de uma pessoa infectada e ao levar as mãos à boca ou olhos pode se infectar. - Sempre que possível evite aglomerações ou locais pouco arejados. - Mantenha uma boa alimentação e hábitos saudáveis.

ONDE ENCONTRAR AUXÍLIO

Quem apresentar os sintomas deve procurar o serviço de saúde mais próximo da sua casa (UBS, Centros de Saúde, etc.).

SITES PARA INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES MINISTÉRIO DA SAÚDE


Fonte : www.saocaetanodosul.sp.gov.br

sexta-feira, 25 de março de 2016

Semana da Incontinência Urinária - 21 a 25 de março

Fonte: www.pacientesycuidadores.com


O que é a incontinência urinária?
A incontinência urinária (IU) é uma situação patológica que resulta da incapacidade em armazenar e controlar a saída da urina. É caraterizada por perdas urinárias involuntárias que se apresentam de forma muito diversificada, desde fugas muito ligeiras e ocasionais, a perdas mais graves e regulares.
As mulheres são as mais afetadas pela IU. Atualmente, 33% das mulheres e 16% dos homens, com mais de 40 anos têm sintomas de incontinência, segundo dados da Associação Portuguesa de Urologia.
Quais são os fatores de risco?
Os fatores de risco podem ser intrínsecos, como é o caso da raça, da predisposição familiar ou de anormalidades anatómicas e neurológicas.  Podem ser fatores obstétricos e ginecológicos, de que são exemplo a gravidez, o parto e a paridade, os efeitos laterais da cirurgia pélvica (exemplo cancro da próstata) e radioterapia ou o Prolapso genital. Ou podem ser fatores promotores, como a Idade, as co-morbilidades, a obesidade, a obstipação, o tabaco, as atividades ocupacionais, a ITU, a menopausa ou a medicação.
Quais as causas?
As perdas de urina têm diferentes causas, que podem ser apenas um problema temporário ou um problema mais persistente.

Problema de Saúde Pública com impacto socioeconómico
As perdas involuntárias de urina são extremamente comuns. No entanto, é um sintoma que define um problema de saúde pública, com um impacto social e económico considerável. Mesmo as mais pequenas perdas de urina têm implicações na qualidade de vida, atingindo o âmbito físico, social, sexual e psíquico, com repercuções a nível emocional. Segundo a International Continence Society (ICS), para além de ser um problema de saúde e de higiene, a perda de urina é uma situação com repercussões a nível social e pessoal.  Como se trata de um assunto que toca a intimidade da pessoa, a IU ainda é encarada como um tabu que condiciona a vida do doente a vários níveis: pessoal, familiar, social e laboral. Este problema pode conduzir a uma fuga do contacto social e ao isolamento, porque está sempre presente o medo e a vergonha de que os outros sintam o cheiro. Pode afetar também a relação conjugal, uma vez que a intimidade do casal é prejudicada.
Quais os tipos de IU?
Incontinência de esforço – Pequenas perdas de urina que acontecem quando o indivíduo se ri, tosse, espirra, faz exercício, se curva ou pega em algo pesado. Ocorre quando os músculos do pavimento pélvico estão enfraquecidos e existe uma pressão exercida sobre a bexiga. Nos homens este problema pode acontecer após prostatectomia radical (utilizado para tratamento do cancro da próstata). Como a próstata se encontra numa situação anatómica crítica (entre a bexiga e o esfíncter), a cirurgia pode danificar o esfíncter, provocando uma situação de incontinência de esforço. Mais prevalente em mulheres entre os 45 e 65 anos – decorre da fragilidade dos músculos pélvicos que suportam a bexiga e a uretra. Em alturas de maior esforço, como tossir, saltar, correr, espirrar e levantar pesos, a pressão abdominal aumenta e o esfíncter (válvula responsável pela retenção da urina na bexiga) perde a força e deixa escapar a urina. 
Incontinência por urgência ou imperiosidade – ocorre repentinamente, acompanhada de uma vontade súbita e intensa de ir à casa de banho - ou seja, acompanhada de um desejo súbito de urinar. A bexiga apresenta súbitas contrações, causando urgência em urinar.
Este tipo de incontinência pode estar relacionado com o envelhecimento e o avanço da idade, mas também surge em idades mais jovens, associado a doenças neurológicas ou muitas vezes sem causas identificáveis. O quadro de imperiosidade (urgência) da incontinência urinária é uma situação dramática, na medida em que condiciona o dia-a-dia das pessoas. Há doentes que se mantêm sempre atentos ao local onde há uma casa de banho e outros que, devido à aflição, traçam um roteiro dos sanitários por onde vão passar. Incontinência mista – combinação da incontinência de esforço com a incontinência de urgência. Incontinência por extravasamento – as perdas de urina acontecem quando a bexiga suporta grandes volumes de urina e a pressão do líquido é tão grande que ultrapassa a resistência uretral
Incontinência funcional – causada por incapacidade do doente, em casos de demência ou lesão neurológica grave, como por exemplo Alzheimer ou Parkinson.
Enurese noturna – perdas de urina durante o sono. É frequente em crianças, mas podem ocorrer também em idade adulta. 
Como se faz o diagnóstico?
O diagnóstico da incontinência urinária tem início no historial clínico do doente, que descreve em que condições sofre de perdas de urina. Para que se possa optar pelo tratamento mais adequado tem de se fazer um diagnóstico assertivo dos mecanismos e circunstâncias que promovem a incontinência urinária. Após a definição dos sintomas, um exame físico dirigido com pequenas manobras que tentam mimetizar a perda de urina, confere um diagnóstico bastante preciso. Os exames complementares passam por uma ecografia, análises gerais ao sangue e à urina. Estes atos estão perfeitamente ao alcance do Médico de Família que, como em todos os grandes problemas de Saúde Pública, tem aqui um papel primordial. Para desencadear o tratamento da esmagadora maioria dos doentes não são necessários outros exames.  O Médico de Família pode, nesta fase, orientar para terapêutica oral e fisioterapia as situações de incontinência urinária de imperiosidade. Na incontinência de esforço a orientação pode ser feita para fisioterapia ou, nos casos mais graves, cirurgia.
Tratamento em 90% dos casos
Na última década foram feitas importantes descobertas nesta área. Existem, inclusivamente, formas de Incontinência Urinária que são tratadas com medicamentos ou técnicas de reabilitação, e a maioria das cirurgias quase não implicam internamento, sendo a vida normal retomada horas ou poucos dias depois. O tratamento cirúrgico desempenha um papel preponderante na incontinência urinária de esforço, tanto na mulher, como no homem. Para a incontinência urinária de esforço a cura é possível em cerca de 90% dos casos.  Na incontinência urinária por imperiosidade, o tratamento com fármacos orais (cuja ação estabiliza o músculo vesical – o detrusor - inibindo a sua contração involuntária) consegue melhorias sintomáticas na maioria dos doentes. Nos casos refratários à terapêutica oral ou que não a tolerem, pode recorrer-se à administração de fármacos diretamente na bexiga, um procedimento simples e com boa eficácia e segurança. As alterações comportamentais necessárias, principalmente na incontinência por imperiosidade, passam por um controlo da ingestão de líquidos, a exclusão de alimentos excitantes para a bexiga, como por exemplo a cafeína, a micção temporizada ou a micção diferida, consoante a gravidade da doença e a autonomia do doente.
Cirurgia para a incontinência de esforço
O tratamento cirúrgico mais utilizado na incontinência de esforço consiste na colocação de pequenas redes, de material sintético, sob a uretra. Estas são colocadas por via vaginal, através de uma incisão com cerca de um centímetro.
Fonte: www.atlasdasaude.pt

O que é Anemia Falciforme?

Anemia falciforme é uma doença hereditária (passa dos pais para os filhos) caracterizada pela alteração dos glóbulos vermelhos do sangue, tornando-os parecidos com uma foice, daí o nome falciforme. Essas células têm sua membrana alterada e rompem-se mais facilmente, causando anemia. A hemoglobina, que transporta o oxigênio e dá a cor aos glóbulos vermelhos, é essencial para a saúde de todos os órgãos do corpo. Essa condição é mais comum em indivíduos da raça negra. No Brasil, representam cerca de 8% dos negros, mas devido à intensa miscigenação historicamente ocorrida no país, pode ser observada também em pessoas de raça branca ou parda.

Fonte: www.blogdasaude.com.br

Sintomas de Anemia Falciforme.

A anemia falciforme pode se manifestar de forma diferente em cada indivíduo. Uns têm apenas alguns sintomas leves, outros apresentam um ou mais sinais. Os sintomas geralmente aparecem na segunda metade do primeiro ano de vida da criança.

Crise de dor: é o sintoma mais frequente da doença falciforme causado pela obstrução de pequenos vasos sanguíneos pelos glóbulos vermelhos em forma de foice. A dor é mais frequente nos ossos e nas articulações, podendo, porém atingir qualquer parte do corpo. Essas crises têm duração variável e podem ocorrer várias vezes ao ano. Geralmente são associadas ao tempo frio, infecções, período pré-menstrual, problemas emocionais, gravidez ou desidratação;

Icterícia (cor amarela nos olhos e pele): é o sinal mais frequente da doença. O quadro não é contagioso e não deve ser confundido com hepatite. Quando o glóbulo vermelho se rompe, aparece um pigmento amarelo no sangue que se chama bilirrubina, fazendo com que o branco dos olhos e a pele fiquem amarelos;

Síndrome mão-pé: nas crianças pequenas as crises de dor podem ocorrer nos pequenos vasos sanguíneos das mãos e dos pés, causando inchaço, dor e vermelhidão no local;

Infecções: as pessoas com doença falciforme têm maior propensão a infecções e, principalmente as crianças podem ter mais pneumonias e meningites. Por isso elas devem receber vacinas especiais para prevenir estas complicações. Ao primeiro sinal de febre deve-se procurar o hospital onde é feito o acompanhamento da doença. Isto certamente fará com que a infecção seja controlada com mais facilidade;

Úlcera (ferida) de Perna: ocorre mais frequentemente próximo aos tornozelos, a partir da adolescência. As úlceras podem levar anos para a cicatrização completa, se não forem bem cuidadas no início do seu aparecimento. Para prevenir o aparecimento das úlceras, os pacientes devem usar meias grossas e sapatos;

Sequestro do Sangue no Baço: o baço é o órgão que filtra o sangue. Em crianças com anemia falciforme, o baço pode aumentar rapidamente por sequestrar todo o sangue e isso pode levar rapidamente à morte por falta de sangue para os outros órgãos, como o cérebro e o coração. É uma complicação da doença que envolve risco de vida e exige tratamento emergencial.

Diagnóstico de Anemia Falciforme.

A detecção é feita através do exame eletroforese de hemoglobina. O teste do pezinho, realizado gratuitamente antes do bebê receber alta da maternidade, proporciona a detecção precoce de hemoglobinopatias, como a anemia falciforme.

Tratamento e Cuidados.

Tratamento de Anemia falciforme Quando descoberta a doença, o bebê deve ter acompanhamento médico adequado baseado num programa de atenção integral. Nesse programa, os pacientes devem ser acompanhados por toda a vida por uma equipe com vários profissionais treinados no tratamento da anemia falciforme para orientar a família e o doente a descobrir rapidamente os sinais de gravidade da doença, a tratar adequadamente as crises e a praticar medidas para sua prevenção. A equipe é formada por médicos, enfermeiras, assistentes sociais, nutricionistas, psicólogos, dentistas, etc. Além disso, as crianças devem ter seu crescimento e desenvolvimento acompanhados, como normalmente é feito com todas as outras crianças que não têm a doença.

Fonte: www.minhavida.com.br

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Aids na terceira idade

Em 10 anos, a incidência de aids na população com mais de 60 anos teve um aumento de 50%, segundo o Programa Nacional de DST e Aids do Ministério da Saúde. Esse número não chega a surpreender, uma vez que a chamada terceira idade possui hoje maior expectativa de vida e é mais ativa sexualmente do que a de décadas passadas. Porém, um dado chama a atenção: a maioria das pessoas idosas é diagnosticada com HIV/aids tardiamente, quando a doença já está instalada. E dessas, 37% morrem um mês após o diagnóstico.
“O diagnóstico da aids na população idosa é muitas vezes dificultado porque tanto o idoso quanto seus familiares e profissionais de saúde tendem a não cogitar a possibilidade de aids nessa faixa etária”, afirma Mariângela Simão, diretora do Programa Nacional de DST e Aids. “O acolhimento da pessoa idosa pela equipe de saúde assume um papel de grande importância, tanto no reconhecimento de casos vulneráveis, como para delinear e acompanhar um plano terapêutico, levando em conta outras doenças associadas”, explica a diretora do PNDST/Aids, que este ano definiu como tema da Campanha de 1º de dezembro a aids na terceira idade.

Fonte: www.http://aconteceunovale.com.br/

Acompanhamento cuidadoso

O Programa Nacional de DST e Aids recomenda que o tratamento do idoso seja sempre interdisciplinar, incluindo geriatria, psicologia, serviço social, enfermagem, farmácia, fisioterapia e nutrição, entre outros. “Precisamos estimular o paciente a seguir o tratamento, adequando-o às atividades diárias. E reconhecer os idosos como sujeitos aptos a cuidar de sua saúde, sem infantilizá-los”, diz Mariângela Simão. Ela sugere que os profissionais de saúde, em função das dificuldades de visão dos idosos, usem letras de tamanho visível, de preferência de fôrma, nas prescrições, e, sempre que necessário, encaminhem o paciente para avaliação oftalmológica. E mais: “Por conta das falhas de memória, o profissional deve verificar se as informações foram bem apreendidas e sugerir estratégias que minimizem possíveis esquecimentos no uso da medicação, como despertadores, lembretes com bips no celular e tabelas com horários e doses”, aconselha.

Exames mais freqüentes

A psicóloga Marlene Zornitta que trabalha no Hospital da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e acaba de concluir dissertação de mestrado sobre o tema, alerta os médicos sobre as implicações clínicas que podem surgir com a escolha dos anti-retrovirais. “Os idosos podem sofrer de doenças pré-existentes e comorbidades clínicas, sem falar dos para-efeitos da medicação, que costumam ser mais intensos em pacientes com mais de 60 anos. Além disso, é preciso estar atento às interações farmacológicas entre os ARVs e os outros medicamentos utilizados”, ressalta a psicóloga.
O fato é que muitas doenças típicas do envelhecimento, como as infecções respiratórias e o comprometimento neurológico, também são comuns em pacientes com HIV, condoença fundindo o profissional de saúde e dificultando o diagnóstico. “É importante oferecermos um atendimento diferenciado para esta população, com uma maior interação com a geriatria e a clínica geral e exames mais freqüentes, uma vez que as infecções nessa faixa etária tendem a se desenvolver com maior velocidade”, sugere Valéria Ribeiro Gomes, infectologista do Hospital da UFRJ e do Hospital Pedro Ernesto, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ)

Preconceito prejudica o tratamento

Outro reflexo da infecção pelo HIV que é potencializado em pessoas com mais de 60 anos é o preconceito. “Os sentimentos de culpa e vergonha surgem com mais intensidade nessas pessoas, uma vez que são percebidas como ‘assexuadas’ pela população e pelos profissionais de saúde. Muitos optam por esconder acondoença até das pessoas mais próximas. A relação médico-paciente, bem como o suporte da equipe que o atende, são fundamentais ao sucesso do tratamento”, explica a psicóloga Marlene Zornitta. “Temos que tentar trazer a família para perto, desde que o paciente concorde”, completa a infectologista Valéria Ribeiro Gomes.
Estímulo ao uso do preservativo

Dados de uma pesquisa de 2005 revelam que apenas 37,5% das pessoas acima de 50 anos usam preservativos com parceiros eventuais. “Precisamos estimular mais o uso de preservativos nesta população, que está cada vez mais sexualmente ativa. O acesso às informações específicas para pessoas mais velhas vai tornar as escolhas possíveis (usar o preservativo, se cuidar ou correr o risco). O não acesso às informações representa uma privação de liberdade substantiva”, afirma Marlene Zornitta. “Sabemos que as pessoas que hoje estão na terceira idade iniciaram sua vida sexual num contexto em que não existia a aids e, por isso, não se reconhecem como um grupo vulnerável ao HIV. Estimular o uso de preservativos é a única forma de minimizarmos o impacto da aids nesta população”, conclui Mariângela Simão, do PNDST/Aids


Fonte: http://saberviver.org.br/

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Alimentação e Saúde

Para se ter saúde é preciso fazer uma alimentação saudável, já que a alimentação ajuda a ter energia para andar, pensar ou trabalhar, além de ajudar a crescer, a renovar as células do organismo e a prevenir doenças, por exemplo. Desta forma, a alimentação contribui para se alcançar o equilíbrio que é preciso para se sentir bem com o corpo e a mente e, este equilíbrio envolve uma alimentação equilibrada, variada, completa e saborosa. Além disso, a prática de atividade física regular e a realização de atividades de lazer, que tragam bem- estar, são importantes para o individuo ter saúde.

Princípios de uma alimentação saudável

www.dietaenutricao.com.br


Para se ter saúde é importante seguir algumas orientações, como:
Fazer uma alimentação completa: ingerindo diariamente fruta, legumes, leguminosas, cereais, carne ou peixe e lacticínios;
Fazer uma alimentação equilibrada: comer maior quantidade de alimentos pertencentes à base da pirâmide, como cereais, frutas, legumes e verduras e menos quantidade dos alimentos que se encontram no topo, como gorduras e açucares;
Fazer uma alimentação variada: optando por escolher alimentos diferentes dentro do mesmo setor, comendo maçã ao almoço e laranja ao jantar ou consumindo carne e massa numa refeição e peixe e batata em outra;
Beber pelo menos 1,5L de água por dia ou chá sem açúcar;
Restringir o consumo de sal a 5g por dia, não devendo acrescentar sal aos alimentos, sempre que possível;
Preferir comer alimentos de origem biológica, sem conservantes e aditivos;
Evitar o consumo de refrigerantes, bolos, chocolates, compotas e balas, optando por consumir em dias festivos; Comer de 3 em 3 horas, evitando o jejum prolongado. Os alimentos fornecem nutrientes, que são as substâncias que precisamos para nutrir o organismo, como, proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas, minerais, fibras e água e, cada um deles possui funções específicas e fundamentais para o seu bom funcionamento, como dar energia ou renovar as células, por exemplo.

Funções da alimentação

A alimentação tem um papel muito importante na saúde, pois: Dá energia, que é essencial para andar, pensar, estudar ou brincar, por exemplo; Previne o surgimento de doenças; Contribui para o crescimento e renovação dos tecidos, principalmente dos ossos e músculos; Ajudam a regular todos os órgãos, como os batimentos do coração ou a temperatura do corpo, por exemplo. Assim, só fazendo uma alimentação saudável é que é possível manter o organismo equilibrado e com saúde. Além disso, a alimentação saudável contribui para se manter o peso corporal adequado e o IMC adequado, evitando doenças como hipertensão, colesterol elevado ou diabetes tipo 2, por exemplo.


Autora: Tatiana Zanin Nutricionista