quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Velhice

Fonte: www.outraspalavras.net

A velhice é uma fase marcada por alterações biológicas, psicológicas e sociais significativas. Essas alterações dependem basicamente da interação entre o estilo de vida adotado pela pessoa, sua estrutura psicológica e fatores hereditários. Apesar de haver pessoas idosas que revelam grande vitalidade, mantendo plenas suas atividades físicas e psíquicas, também observamos muitos casos em que estão presentes debilidades, naturalmente causadas pelo desgaste orgânico, fazendo com que o idoso necessite dos cuidados de outras pessoas no que diz respeito à locomoção, alimentação e hábitos de higiene. Tal condição reduz o convívio social e pode provocar constrangimento e sentimentos de incapacidade, baixa auto-estima, inutilidade e dependência, além da angústia por se aproximar o final da vida. Nas últimas décadas, os avanços da medicina, o acesso à informação e alguns programas sociais de esclarecimento e prevenção na área da saúde, aliados à constante busca do ser humano pelo rejuvenescimento, vêm proporcionando um aumento na expectativa de vida. Essa situação, embora caracterize um avanço para a humanidade, tem agravado os problemas de ordem emocional normalmente esperados na terceira idade. A ideia culturalmente arraigada de que o idoso não tem mais condições de produzir como um jovem e possui dificuldades para se adaptar a novas situações, faz com que cada vez mais, pessoas absolutamente ativas sejam excluídas do mercado de trabalho, ficando expostas a conflitos que podem levar à depressão. Dados da OMS indicam que 10% a 15% das pessoas com depressão estão acima de 65 anos. Nessa fase da vida, alterações psicológicas também surgem como reflexo da aposentadoria. Tal situação, quando o idoso não preenche o tempo com algo que faça com que se sinta útil, tende a provocar sentimentos de auto-desvalorização e marginalização na estrutura social. Outra vivência difícil é a natural perda do cônjuge, causando solidão e angústia. No final da vida, por motivos variados, muitos idosos são hospitalizados ou institucionalizados. Alguns estudos revelam que os idosos nessas situações, apresentam mais sintomas de depressão do que aqueles que vivem com seus familiares. Todas essas alterações bio-psico-sociais podem desencadear quadros depressivos, trazendo outra preocupante situação que é o alto índice de suicídio de idosos, que tende a aumentar com a idade, principalmente com relação aos homens.

Autor: Wagner Luiz Garcia Teodoro

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Mulher infarta diferente do homem

Sintomas e como tratar o ataque cardíaco feminino

Mulheres são as principais vítimas de uma doença cardíaca fatal. Mas então por que tudo o que é aplicado pelos médicos, em termos de diagnóstico e tratamento, é derivado de pesquisas com homens? A American Heart Association, organização norte-americana para estudos de cardiologia, se fez essa pergunta e, finalmente, divulgou um relatório que detalha o ataque cardíaco feminino.

Infarto em mulheres é diferente

A American Heart Association é uma importante associação que traça muitas das diretrizes seguidas por médicos ao redor de todo o mundo. Recentemente ela veio a público, através da divulgação de um relatório, para falar sobre as características do infarto em mulheres. O motivo para isso, segundo a cardiologista Laxmi Mehta, responsável pelo documento, é muito simples: apesar de a doença cardiovascular ser a principal causa de morte entre mulheres – ainda mais que entre os homens – tudo o que é aplicado em termos de diagnóstico e tratamento é baseado em estudo feito com homens.
Apesar de um certo atraso na divulgação dessas informações, o relatório chama atenção para pontos importantes do tratamento da mulher. Por exemplo: mulheres têm mais chances de ter tipos “diferentes” de infarto e o acompanhamento de um psicólogo durante o tratamento pode fazer uma diferença e tanto.

Sintomas

Além da típica dor no peito, o relatório esclarece que mulheres podem ter outros sintomas, muitas vezes até desacompanhado do aperto no peito, são eles:

Palpitação;
Dor nas costas;
Dor nos ombros;
Dor na mandíbula e no maxilar;
Ansiedade;
Sudorese intensa;
Indigestão;
Fôlego curto;
Náusea;
Vômitos.

www.melhorcomsaude.com


Causas de infarto em mulheres

Alguns riscos são mais proeminentes entre as mulheres. Há evidências de que a diabetes tipo 2, a pressão arterial, o estresse emocional e a depressão influenciam no aparecimento e no curso da doença.

Tipos de infarto feminino

A maioria dos infartos femininos é causada por uma artéria coronária bloqueada, mas elas também podem ter, com maior frequência que os homens, outros tipos de infarto, causados pelo espasmo ou rompimento de um ou mais ramos das coronárias. Elas não procuram ajuda médica. Ainda de acordo com o relatório, as mulheres tendem a minimizar os sintomas de um infarto com mais frequência que os homens. Segundo os especialistas, elas costumam acreditar que o sintoma é temporário ou que não é urgente, preferem se consultar com um médico de família antes ou têm vergonha de que os sintomas não sejam sérios.

Consequências


As mulheres também têm mais chances de ter depressão em decorrência do infarto e não é raro que elas não terminem a reabilitação cardíaca (tratamento que leva alguns meses) em função das responsabilidades com trabalho, família e falta de suporte. Segundo Mehta, as mulheres dão muito apoio aos maridos doentes, estimulando a realização correta do tratamento, mas, infelizmente, elas não têm o mesmo cuidado quando se trata da própria saúde. Isso pode interferir na recuperação da doença cardíaca, mais favorável entre os homens. As mulheres também têm maiores chances de ter sangramento e reinternação após a cirurgia

Fonte: http://www.bolsademulher.com/

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Hanseníase

A hanseníase, também conhecida como lepra, é uma doença infecciosa causada por uma bactéria chamada Mycobacterium leprae. Foi descoberta em 1873 por um cientista chamado Hansen, o nome dado a ela é em homenagem ao seu descobridor. Entretanto, esta é uma das doenças mais antigas já registradas na literatura, com casos na China, Egito e Índia, antes de Cristo.

A doença é curável, mas se não tratada pode ser preocupante. Hoje, em todo o mundo, o tratamento é oferecido gratuitamente, e há várias campanhas para a erradicação na doença. Os países com maiores incidência são os menos desenvolvidos ou com condições precárias de higiene e superpopulação. Em 2011, o Ministério da Saúde registrou no Brasil mais de 33 mil casos da doença. A transmissão do M. leprae se dá através de contato íntimo e contínuo com o doente não tratado. Apesar de ser uma doença da pele, é transmitida através de gotículas que saem do nariz, ou através da saliva do paciente. Não há transmissão pelo contato com a pele do paciente. Afeta primordialmente a pele, mas pode afetar também os olhos, os nervos periféricos e, eventualmente, outros órgãos. Ao penetrar no organismo, a bactéria inicia uma luta com o sistema imunológico do paciente. O período de incubação é prolongado, e pode variar de seis meses a seis anos.

Fonte:  http://enfrmagemsaude.blogspot.com.br/


SINTOMAS

A hanseníase acomete primeiro a pele e os nervos periféricos, e pode atingir também os olhos e os tecidos do interior do nariz. O primeiro e principal sintoma são o aparecimento de manchas de cor parda, ou eritematosas, que são pouco visíveis e com limites imprecisos. Nas áreas afetadas pela hanseníase, o paciente apresenta perda de sensibilidade térmica, perda de pelos e ausência de transpiração. Quando lesiona o nervo da região em que se manifestou a doença, causa dormência e perda de tônus muscular na área. Podem aparecer caroços e/ou inchaços nas partes mais frias do corpo, como orelhas, mãos e cotovelos; e pode haver alteração na musculatura esquelética causando deformidades nos membros. Além disso, são identificadas quatro formas clínicas da doença:

Hanseníase indeterminada

Estágio inicial da doença e muito comum em crianças. Quando começa nesse estágio, apenas 25% dos casos evoluem para outras formas.

Hanseníase Tuberculóide

Forma mais leve da doença. A pessoa tem apenas uma ou poucas manchas pálidas na pele. Ocorre quando a patologia é paucibacilar (com poucos bacilos), ou seja, não contagiosa. Alterações nos nervos próximos à lesão, podem causar dor, fraqueza e atrofia muscular.

Hanseníase Borderline

Forma intermediária da doença. Há mais manchas na pele e cobrindo áreas mais extensas, em alguns casos é difícil precisar onde começa e onde termina.

Hanseníase Virchowiana

Forma grave da doença, multibacilar, com muitos bacilos, e contagiosa. Os inchaços são generalizados e há erupções cutâneas, dormência e fraqueza muscular. Nariz, rins e órgãos reprodutivos masculinos também podem ser afetados.

DIAGNÓSTICO

O diagnóstico da hanseníase é feito pelo dermatologista, e envolve a avaliação clínica do paciente, com aplicação de testes de sensibilidade, palpação de nervos, avaliação da força motora etc. Se o dermatologista desconfiar de alguma mancha ou ferida no corpo do paciente, poderá fazer uma biópsia da área ou pedir um exame laboratorial para medir a quantidade de bacilos. O exame identifica se a hanseníase é paucibacilar, com pouco ou nenhum bacilo; ou multibacilar, com muitos bacilos. É importante lembrar que a hanseníase é uma doença totalmente curável, e não há motivo para preconceito. É importante ficar atento aos sinais e procurar o dermatologista, ele prescreverá o tratamento adequado.

TRATAMENTO

O Tratamento é gratuito e fornecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Antibióticos são usados para tratar as infecções, mas o tratamento completo é em longo prazo. Nas formas mais brandas (paucibacilar) demora em torno de seis meses, já nas formas mais graves (multibacilar) o tempo é de um ano ou mais. Há alguns medicamentos específicos e combinações que são prescritas pelo médico. Alguns não podem ser tomados por grávidas, por isso avise o médico em caso de gravidez. É fundamental seguir o tratamento, pois é eficaz e permite a cura da doença, caso não seja interrompido. A primeira dose do medicamento já garante que a hanseníase não será transmitida.

PREVENÇÃO


A melhor forma de prevenir a doença é mantendo o sistema imunológico eficiente. Ter boa alimentação, praticar atividade física, manter condições aceitáveis de higiene também ajudam a manter a doença longe, pois, caso haja contato com a bactéria, logo o organismo irá combatê-la. Outra dica importante é convencer os familiares e pessoas próximas a um doente a procurarem uma Unidade Básica de Saúde para avaliação, quando for diagnosticado um caso de hanseníase na família. Dessa forma, a doença não será transmitida nem pela família nem pelos parentes próximos e amigos.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Respeite o Idoso


Nos últimos tempos vemos em noticiários e jornais, denuncias de desrespeito e violência ao idoso. Essa falta de respeito à pessoa que possui uma idade mais avançada, por ela apresentar incapacidade e até mesmo invalidez, muitos acabam maltratando-a com palavras ou com agressões físicas.
Carentes de acompanhamentos especiais, os idosos com o passar do tempo demonstram fragilidades físicas, dificuldades de locomoção, audição e visão, deixando-os aparentemente lentos. Muitas pessoas impacientes acabam incomodando-se com esses portadores de necessidades, pois acham que estariam tomando muito tempo e espaço de uma pessoa com menos idade.
A vida social do idoso é bastante turbada, além de ter que cuidar de sua saúde é preciso lutar pela aposentadoria, se arriscando pelas ruas, pegando ônibus lotado e apesar de ter o direito de sentar-se no lugar reservado no coletivo conforme o Estatuto do Idoso, muitos ainda reclamam em ter que se levantar para dar lugar, sem contar aqueles que viram a “cara” para a janela e fingem que nada está acontecendo. Hoje podemos encontrar nos letreiros luminosos de alguns ônibus a frase: RESPEITE O IDOSO. Mas fica a pergunta, será que realmente estamos respeitando os idosos? Cabe a cada um se policiar.
Considerando que a velhice é a ordem cronológica do tempo, amadurecemos nossas mentes, tendo consciências de que um dia ocuparemos o lugar do próximo e devemos está preparado. Não hasteemos a bandeira do pré-conceito, pois conceituar aquilo que não vivemos ou somos é pura hipocrisia.

Fonte: www.memorialdeipaumirim.wordpress.com

Autor: Djalma Vieira

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Cálculo Renal



Cálculo Renal ou Pedra nos Rins são  formadas nos rins, podem ser encontrada em qualquer região do sistema urinário, variam de tamanho, e algumas delas podem causar dor intensa, Os tratamentos para as pedras nos rins podem ou não ser cirúrgico, com o intuito de eliminar as pedras.


Autora: Estud. Tec. de Enfermagem Dilmara Vieira

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Acidente Vascular Encefálico (AVE)


É uma perda da função cerebral e interrupção do fluxo sanguíneo para determinada parte do encéfalo.

Suas principais causas são:  Hemorragia, embolia cerebral, trombose e isquemia.

Os sintomas variam de acordo com o grau da doença, pode ser:

- Comprometimento da atividade mental
- disfunções visuais, perceptivas como dificuldade em perceber a posição e o movimento corporais.
- efeito psicológico como a depressão, debilidade emocional.
- déficit motor, da comunicação e auditivo.


Autora: Estud. Tec. de Enfermagem Dilmara Vieira

www.questoesdefisiocomentadas.wordpress.com/

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Destrua os focos do mosquito e se proteja contra a Dengue, ZikaV e Chikungunya.


Reúna sua família, vizinhos no combate ao mosquito. Veja como fazer a sua parte:
* Mantenha bem tampados tanques, tonéis d'água, caixa d'água.
* Fechar bem o saco de lixo deixando longe do alcance dos animais, colocar no lixo todo objeto não utilizado que possa acumular água.
* Não deixe água acumulada, encha de areia ate a borda os pratos ou lave semanalmente com escova, trocar a água dos vasos de plantas uma vez por semana.
* Usar Repelente

Fonte: www.souenfermagem.com.br

Principais Sintomas:
Dengue, Zika e Chikungunya: Febre alta.
Dengue e Chikungunya: Dores no corpo.
Dengue, Zika e Chikungunya: Dores nas articulações.
Zika: Hiperemia Conjuntival (conjuntivite)
Dengue, Zika e Chikungunya: Mancha e erupções da pele.
Dengue, Zika: Dores nos olhos.
Dengue, Zika e Chikungunya: Dores de cabeça.


VÔMITOS, DORES ABDOMINAIS E SANGRAMENTO: ALERTA PARA DENGUE GRAVE.

Autora: Estud. Tec. de Enfermagem Dilmara Vieira